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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Governador Eduardo Campos, afirmou que vai descontar os dias de paralisação dos professores


A deputada Teresa Leitão (PT), sob os olhares atentos de mais de 100 trabalhadores em educação, presentes no plenário, ontem, na Assembleia Legislativa, condenou o posicionamento do Governo do Estado de descontar dos professores os três dias de paralisação, que farão parte da Greve Nacional da Educação Pública. Ontem, a Secretaria de Educação afirmou que as escolas funcionarão normalmente e o docente que faltar ao trabalho terá as faltas descontadas.

A deputada também apontou que o piso não é uma questão apenas salarial, mas contempla  principalmente as atividades-horas. “Lamento a posição do Governo, porque, mesmo sendo nacional, essa greve não se pauta, única e exclusivamente, na questão reinvidicatória. Ela pauta os 100% dos royalties para educação, os 10% do PIB para o plano nacional de educação e a profissionalização dos professores”, enfatizou Teresa. De acordo com a parlamentar, as discussões levantadas pela classe não interessam só à sociedade, mas também aos gestores. 

Teresa, inclusive, lembrou que foi o governador Eduardo Campos (PSB) que saiu em defesa dos 100% dos royalties do petróleo para a Educação. “Para fazer isso, o governador chegou a se contrariar com alguns aliados e governadores de outros estados”, disse. Em meio a vaias e aplausos por parte da categoria durante a sessão, o presidente da Alepe, Guilherme Uchoa (PDT), decidiu apartear a discussão. Na condição de governista, Uchoa disse que em menos de 48 horas o Executivo encaminhou para a Assembleia uma proposta de reajuste salarial para cargos públicos. 

“O governador diz no projeto que houve um acordo entre o sindicato da categoria e o Governo do Estado. Ele também reconhece que isto já é um avanço, mas não é o suficiente, não é aquilo que ele gostaria que fosse feito”, declarou. “Vossa excelência (Teresa Leitão) sabe muito bem que nas prefeituras administradas pelo PT, como a de Serra Talhada e Abreu e Lima, os recursos repassados pelo Governo Federal são insuficientes para atender a categoria do Magistério, que vem ao longo dos anos sofrendo por uma política federal que não assume seu compromisso”, alfinetou Uchoa. 

AUSÊNCIA

O presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Huma­nos, Betinho Gomes (PSDB), lamentou a ausência do secretário estadual de Cidades, Danilo Cabral (PSB), na audiência pública, realizada ontem, para debater o fracasso do processo licitatório das linhas de ônibus. “Não estávamos lá para dizer se o Governo estava errado ou não, nós queríamos buscar soluções para o problema do sistema de Transporte Público com os representantes do Estado e a população”, frisou Gomes. Em função da ausência de Cabral, foi aprovado na comissão um requerimento para que a Mesa Diretora convoque a presença do secretário. 

Folha PE

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