Monge e discípulos iam por uma estrada. Quando passavam por uma
ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu
pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho nas mãos. Quando
o trazia para fora, o bichinho o picou, e, por causa da dor, o bom
homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo
de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio,
colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos
na estrada.
Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados:
– Mestre deve está doendo muito! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvou! Não merecia a sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
– Ele agiu conforme sua natureza e eu, de acordo com a minha.
Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados:
– Mestre deve está doendo muito! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvou! Não merecia a sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
– Ele agiu conforme sua natureza e eu, de acordo com a minha.
Josué Barbosa
Universitário Palestrante
e-mail: josue.artes@hotmail.com
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